Colônias
do Norte:
Massachusetts
foi colonizada por protestantes puritanos que vieram da Inglaterra,
transportados para a América em um navio chamado Mayflower. Esses imigrantes
denominados pais peregrinos tornaram-se famosos pelo compromisso firmado de
conviverem juntos, ou seja, em união na América. Os pais peregrinos acreditavam
serem eleitos por Deus. Nova Hampshire, Rhode Island e Connecticut.
Colônias do centro:
Nova
Iorque, Pensilvânia, Nova Jersey e Delaware.
Colônias
do Sul:
Maryland,
Virginia, Carolina do Norte, Carolina do Sul e Geórgia. As colônias da América
do Norte desenvolveram características econômicas, religiosas e sociais
diferentes entre si.
ECONOMIA
Com
clima temperado, semelhante ao que existia na Inglaterra, desenvolveram-se
atividades econômicas ligadas à pesca, à pecuária, a atividades comerciais e à
produção manufatureira. Em virtude da maioria de puritanos na região, a
intolerância religiosa também marcou a forma de organização social da região. Na
região centro norte a colonização foi efetuada por um grupo caracterizado por
homens que pretendiam permanecer na colônia (ideal de fixação), sendo alguns
burgueses com capitais para investir, outros trabalhadores braçais, livres,
caracterizando elementos do modelo capitalista, onde havia a preocupação do
sustento da própria colônia, uma vez que havia grande dificuldade em comprar os
produtos provenientes da Inglaterra.
A
agricultura intensiva, a criação de gado e o comércio de peles, madeira, e
peixe salgado, foram as principais atividades econômicas, sendo que
desenvolveu-se ainda uma incipiente indústria de utensílios agrícolas e de
armas. Em várias cidades litorâneas o comércio externo se desenvolveu,
integrando-se às Antilhas, onde era obtido o rum, trocado posteriormente na
África por escravos, que por sua vez eram vendidos nas colônias do sul: Assim
nasceu o "Comércio Triangular", responsável pela formação de uma
burguesia colonial e pela acumulação capitalista.

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